Óptica do Porto
01
Primeiro princípio

Não temos catálogo. Temos curadoria.

Recusamos representar tudo. Viajamos a Milão e a Paris para escolher peça a peça. Cada armação que está em loja foi vista, pesada, calçada e aprovada antes de ocupar uma prateleira. Quem entra na nossa loja não escolhe entre dois mil modelos — escolhe entre duzentos que escolhemos primeiro.

02
Segundo princípio

Não atendemos em série. Cobramos 45 minutos a cada pessoa.

Reservamos quarenta e cinco minutos para cada consulta. Não porque demoramos a medir uma graduação — demora dez. Mas porque demora trinta a perceber para que serve. Para ler? Para correr? Para o trabalho ao computador? Para o trânsito? Cada uso pede uma lente diferente. Ouvimos primeiro, prescrevemos depois.

03
Terceiro princípio

Não vendemos óculos. Ajudamos o Porto a ver.

As vendas acontecem porque ajudamos as pessoas a ver melhor — não o contrário. É uma distinção subtil mas estruturante. Se acharmos que não precisa de óculos novos, dizemos. Se acharmos que outra ótica especializada num caso particular serve melhor, encaminhamos. Estamos no Porto há seis décadas porque os portuenses sabem disto.

04
Quarto princípio

Não somos novos. E não tencionamos ser.

Em 1967 abrimos portas na Rua de Santa Catarina. Em 2020 estendemo-nos aos Aliados. Em 2027 fazemos sessenta anos. Não nos interessa parecer uma cadeia, parecer uma startup, parecer um conceito novo. Interessa-nos continuar a ser a ótica em que três gerações da mesma família compram óculos. É o nosso negócio. É o nosso orgulho.

"Estamos aqui há sessenta anos porque há sessenta anos
escolhemos as armações uma a uma, e ouvimos uma a uma."

Óptica do Porto
Santa Catarina · Aliados · 1967
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